sábado, 25 de junho de 2011

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Seria algo feio da minha parte confessar que costumo quebrar promessas? Não me faça prometer ficar ao seu lado pra sempre, porque se for realmente isso que eu desejar, simplesmente ficarei. Se eu prometer, algo irá acontecer e eu vou embora. É sempre assim, tenho medo de promessas. É recíproco, porque também não costumam cumprir com o que prometem a mim. Virou rotina. Confiança é algo tão vago agora... Dizem que eu tenho a péssima mania de acrescentar um "talvez" em tudo o que digo. Então, talvez eu pare de usar esse termo.... E lembrando: Não prometo.

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Bolhas de sabão.

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Lembra de quando você era criança? Acho que é a melhor parte da vida, ao menos na opinião da maioria. Se bem que não tem muito erro em ser grande... Acredito que os adultos não sintam tanta falta da infância, e sim sintam falta de serem cuidados. De ter mais atenção, de ter colo, de brincar sem pensar em responsabilidades. De poder correr pro quarto dos pais quando o medo viesse, porque no fim, todo mundo curte a liberdade de ser adulto. O que faz falta é o colo. A vida é meio que uma trilha, você é criança e vive sobre o cuidado de alguém. Tem algumas que são rejeitadas, jogadas em algum lugar ou vivem na rua se virando pra sobreviver. Outras não chegam nem a nascer, lhe privam o direito à existência fazendo um aborto. As que passam pela infância vão então pra fase mais complexa: A adolescencia. Não ser criança, não ser adulto... Não poder ter colo o tempo todo, mas também não ter toda a liberdade desejada. Não estar pronto pro mundo. Aí você se pega indagando: "Que bicho sou eu?" Um adolescente, só um adolescente. É um ser humano como outro qualquer. É a hora de se preparar para o que você quer ser. No fundo ainda é amado, e talvez o pior... Você também ama. E se não ama na adolescencia, amará alguém quando for adulto, ou talvez reencontre um amor de infância. O complexo da vida é esse tal de amor aí. Quem nunca teve aquela sensação de achar que está perdendo todas as pessoas que amava de verdade? Por isso a pergunta no início do texto. Lembra de quando você era criança? Tinha aqueles brinquedos que seus pais compravam na feira, aquela espuma que você usava pra fazer bolhas de sabão, e era bem bonito ver aquelas bolhas enormes flutuando no ar. Elas tinham um brilho meio colorido, eu lembro que sempre comentava isso. Lembro que uma vez chorei porque um primo estourava minhas bolhas, ok, uma lembrança boba. Mas o que eu quero dizer é que as vezes, a sensação de perder alguém que você ama de repente, é parecida com aquela que você tinha quando via a sua grande e bela bolha de sabão estourando e sumindo no ar.Então você não distingue bem mais nada. É tudo uma bolha que vai sumir no ar depois... ou que alguém há de estourar. Sonhos, amores, pensamentos... tudo, absolutamente tudo. Nessa hora que você aprende a ser forte, a lutar e saber que ainda tem espuma o suficiente pra fazer novas bolhas, pra fazer tudo de novo. Talvez seja uma comparação meio boba, mas foi o que eu senti hoje pela manhã. Se acabar a espuma, a gente arruma mais. Se acabar a força, nos arrastamos e chegamos lá. No fim, vale a pena.
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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tudo vai ficar bem... Será?

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Tem alguns momentos que eu penso que a vida é um campo minado. Ou talvez um tornado seria uma boa forma de definir os dias. Dias de tempestade, de céu nublado.
Eu fixei meu olhos castanhos que refletiam as nuvens cinzas do dia de chuva. Eu vi o vento carregando as folhas e varrendo as ruas e eu senti o quanto as coisas mudam. Às vezes eu fechei meus olhos e esperei que tudo houvesse mudado quando eu os abrisse, mas continuava igual. Qual ser humano nunca fez isso? E então eu caí, e em minha dor, me senti morta. Me senti só mais alguém, lutando pela vida, enquanto as gotas respingavam em minha boca seca. Meus lábios molhados balbuciavam algo que eu não me lembro... Talvez fosse um pedido de ajuda. Ajuda a quem se eu vi tudo desabar? São acasos da vida.
Uma vez eu ouvi: "Nem sempre haverá um final feliz." Mas eu confesso: Ainda prefiro acreditar que a vida é um conto de fadas e que no fim tudo dará certo.
Eu nunca estive pronta pra carregar o mundo nas costas, mas é isso o que tenho feito há anos. Desde que me conheço por gente. Quando esse fardo há de cair? Tudo bem, me questionar não vai tornar nada mais leve. - Não que desabafar seja um erro - Mas eu realmente preciso aprender a lidar com as coisas.
Hoje eu fico por aqui.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

É meio que um desabafo dessa vez.

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Sabe quando a sua vida começa a tomar outro rumo? Às vezes as coisas ficam completamente diferentes e você nem sabe pra onde ir. Não sou amável. Raramente sei ser. Não sei se sou amada, acredito que sim, mas são poucos os que têm alguma coragem. Me apego de maneira fácil as pessoas. Busco força de onde não acredito ter pra ajudar quem amo, posso estar caída no chão, machucada, mas me levando e vou a luta... É o meu jeito. Eu tirei esse tempo pra falar de mim, não é egoísmo, nunca é... ou às vezes seja. Mas sabe, eu aguento firme. Às vezes eu realmente me sinto uma aguia. Ela se cansa, então sobe os montes se rasgando por inteiro, e quando finalmente chega lá, renova as suas forças. No fundo, todos somos assim.
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[...] Tem uma coisa que eu achava bem legal pra sociedade, é o anarquismo. Esses regimes políticos tipo capitalismo são perturbadores. Ainda existe um fascismo meio subliminar no meio desse mundo, dessa falsa democracia. "Somos livres." Aham, desde quando? Desde a Proclamação da Republica? Ah, claro, me convence muito. Se você diz o que pensa, te prendem... ou te matam, em casos mais severos. E isso vai ficando pior. O anarquismo funcionaria se as pessoas tivessem "cabeça" pra isso, mas o pessoal ainda usa aquela do voto intuitivo. Voto intuitivo: Você olha pra cara do político, escuta umas duas propostas dele, diz que foi com a cara do rapaz e vota. Estrago feito. Enfim, chega de falar de política [...]
Sobre vida e morte, vida após morte... Existe? Se não existisse, a vida aqui não faria o menor sentido. Você nasce, cresce, estuda, sofre horrores, se machuca, se fortalece e se machuca novamente. Até aprender, e aí quando você está preparado, vai embora. Acho que lá, você colhe o que planta aqui. Não acho, tenho certeza. Envolve aquela questão toda de fé também, o legal da fé é que ninguém obriga ninguém a crer. Crê quem quer. Você é livre pra escolher o que faz com o seu espírito, pelo menos a fé é uma boa forma de liberdade. Não adianta, eu vou insistir nisso de liberdade até o fim.
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Aqui estou, mais uma vez. Realmente, acho que ser inconstante já faz parte do que sou. Hora estou aqui, hora estou lá. Hora quero voar, hora mantenho os pés no chão. Esse papo todo de fumaça e frio me fez lembrar de uma frase citada em um texto que escrevi uma vez... "Lembro-me de sua imagem sumindo na fumaça, como a fumaça some no ar." Às vezes eu tenho a necessidade de sumir na fumaça, como a fumaça some no ar, se é que você me entende. As minhas lembranças também são assim a maior parte do tempo. São vagas, breves, mas marcam. Hoje até saiu um solzinho tímido lá fora, o frio continua, leve, mas continua. Falando em continuar, a vida é uma coisa engraçada né? É cheia de escolhas. De caminhos, e aí cabe a cada um fazer a sua escolha. Esquerda ou direita, se vai para o caminho de pedra ou de flores, se vai continuar andando ou se vai parar... Ahh, é tanta coisa! Eu fico confusa com facilidade, me enrolo e tropeço nas palavras, é sempre assim. Mas dá pra recomeçar, é bom ver que existem novas possibilidades. Sempre tem chance, eu passei a acreditar nisso, de verdade. Quando eu tinha uns 14 ou 15 anos, eu comecei a ir em uma igreja por vontade própria, é diferente de quando a minha mãe obrigava. Sim, porque grande parte da minha vida eu fui obrigada a fazer as coisas, eu sei que no fundo todo mundo queria o meu bem, mas se fosse por vontade própria, eu ficaria na rua andando de bicicleta com os meninos. Voltando ao assunto se igreja, era legal, eu ouvia mensagens de fé, aprendi sobre Jesus. Ele me inspira, pela forma de ser, de amar, de perdoar, de viver, de tudo. Aprendi a ter fé. Sempre vi igrejas como empresas, mas eu vi de perto que não era bem assim - embora algumas sejam - a que eu frequentava só recolhia os dízimos e ofertas pra manter a igreja. Depois eu saí, não sei o que aconteceu, mas eu guardei tudo o que aprendi. O problema é aprender e deixar tudo guardado ali numa mala num canto qualquer e ignorar, mas sempre aparecia alguém pra me lembrar.
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Começando...

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Não há mais ninguém aqui além de mim. Não há para onde correr, não há lugar para onde eu possa fugir. É a velha história dos pensamentos repetitivos de pessoas dizendo: "Encare os problemas de frente." Que problemas? É só confusão e cansaço mental. Talvez realmente exista algum problema, mas não consigo encontrar agora. O som da chuva lá fora me faz querer ver as gotas na janela. Está confortável aqui, cobertores são sempre o melhor abrigo quando se quer ir embora. É bom sentir-se abrigado no frio, deve ser essa a sensação que um bebê tem no útero da mãe.
É legal andar na rua e ver as pessoas andando quando faz muito frio, enquanto elas conversam, sai fumaça da boca delas. Quando eu era pequena, gostava de fazer isso, era a minha forma de ver se estava realmente frio. Eu abria a boca, se saisse fumaça, estava frio. Eu ficava correndo pela casa usando meias e até esquecia que existiam sapatos. Eu odiava tênis, sandálias ou sapatos, gostava de me sentir livre, sempre gostei. Aí ficava andando de meias... Até a minha mãe gritar: "TIRA ESSES PÉS DO CHÃO GELADO!" Se fosse agora, eu usaria aquela frase básica do Chaves: "Mas se eu tirar os pés do chão, vou cair!" Haha, tudo bem, não teve graça. Era só correr pro sofá, melhor ficar presa no sofá por horas assistindo o desenho do elefantinho do que ter que usar tênis. Argh! Sensação maldita de que meus pés estavam amarrados.
Será que toda criança dos anos 90 usou allstar? É tão típico, todo mundo tinha um. Na escolinha, as mães amarravam o cadarço em volta do tornozelo das crianças, era engraçado. Eu não entendendia o motivo disso, acho que era pro tênis não sair do pé, já que criança gosta de fazer estrepolias. Ah, lá vem o sono, até mais tarde.
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Shhh, silêncio! Não acorde quem dorme.

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Paulista, nascida em 94 em uma noite chuvosa de maio². Tocadora de violão, perguntadora, insistente, blogueira e até irritante às vezes. 

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